As pessoas acometidas pela doença de Parkinson veem seus cotidianos mudarem com a condição. As tarefas cotidianas passam a ser difíceis de serem executadas. Os pacientes podem se sentir deprimidos e começar a se afastar do convívio social.

Apesar de não existir uma cura definitiva para a doença, os medicamentos fornecem um grande alivio para os sintomas. A medicação mais comum no tratamento é a Levodopa. Esse medicamento se transforma em dopamina no cérebro do paciente e consegue suprir parcialmente a falta desse neurotransmissor. Infelizmente o uso continuado do medicamento pode causar reações colaterais como movimentos involuntários anormais. Outros medicamentos ajudam a combater os principais sintomas da doença e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

As cirurgias também podem ser úteis no tratamentos de alguns casos. O método consiste em causar uma lesão na parte do cérebro responsável pela rigidez e tremor. Essa lesão pode diminuir a rigidez nos pacientes e melhorar significativamente os tremores, porém não é uma cura definitiva e somente um médico neurologista pode recomendar o tratamento mais indicado.

Outra opção de tratamento é a estimulação profunda do cérebro ou marca-passo cerebral. Este tratamento pode ser benéfico e ajudar a reduzir os tremores de difícil tratamento clínico. O procedimento é cirúrgico e o marca-passo de aproximadamente 1mm é introduzido no núcleo subtalâmico do cérebro, local responsável pelo tremores.

Vale ressaltar que todos os tratamentos devem ser acompanhados de fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia. O acompanhamento psicológico do paciente é muito importante e é imprescindível que os familiares ajudem e encorajem estes tratamentos para que todos possam ter uma vida mais próxima da normalidade.